Juan: Ok. Raquel: Olá pessoal Juan: Bem-vindos a mais ⁓ episódio da nossa podcast. Eu sempre quis dizer isto, desculpa, sei que é o primeiro episódio, mas... Raquel: Bem-vindos a mais ⁓ episódio da Futura Podcast ao primeiro episódio da Futura Podcast onde poderás dizer mais Exato, eventualmente há de ter ⁓ nome, por agora ainda não tem. Amor, tens que ser mais. Não vai estar na podcast toda a dizer. Juan: Intitulada Podcast Juan e Raquel. Exato. Então... ahm... queres começar tu? Desculpa, desculpa... Eu só estou aqui... Eu só estou aqui para confirmar tudo aquilo que tu disseres, eu vou... eu vou validar. Não, não, não. Então deixa-me começar eu. Nós somos os 2 médicos de saúde pública, temos muito trabalho... Raquel: Exato! Nesta reunião, já que estamos todos reunidos aqui... vais validar. Temos muito trabalho. As duas primeiras coisas que tu dizes numa podcast. Nós somos os dois médicos todo público e temos muito trabalho. Juan: Isto, estou a dizer isto porque temos muito com que nos entreter, mas mesmo assim sentimos que gostávamos de dizer algumas coisas ⁓ modo podcast e comunicar com o pessoal, e sobretudo comunicar de uma forma mais informal e tranquila e à vontade. Eu tenho extrema dificuldade ⁓ não comunicar de forma formal. Não, quando estou a ser gravado, quando estou a ser gravado, não é? Raquel: Como aquela que tu estás a fazer neste momento? tens dificuldade ⁓ não comunicar de forma formal. Tu falas? Mas ignore o facto de estar a ser gravado. Estamos a conversar entre nós dois. Nós vamos conseguir, malta, nós vamos conseguir aquele... Exato, aquele relaxe. Deve-te ter feito bocado de... Deve-te ter feito bocado de yoga, de meditação, antes de... Claramente não ajudou. Lávas no ginásio assim concentrado, tipo... Mais ⁓ Será que este peso sabe que eu sou médico de Saúde Pública ⁓ Juan: Ok, ok, ok. E to va. Informalidade. Eu fui a ginásio. Será que fiquem mais tenso? Então mas começa lá tu. Raquel: Eu posso começar, sobre o que que nós vamos falar? Juan: Olha, no outro dia nós estávamos a falar sobre uma cena que tu já mostraste no Insta ao pessoal que é aqueles objetivos anuais que nós fazemos. Nós temos objetivos familiares anuais, fazemos uma reunião anual no final do ano para planear o ano seguinte, começamos a fazer isso acho que foi há dois anos. Acho que é muito giro. Eu até acho que as pessoas se interessaram bastante por aquilo que nós estávamos a fazer e nós até chegamos a fazer vídeo, que tu fizeste vídeo tipo a partilhar como é que nós planeávamos o nosso ano e assim. Raquel: Uhum. Sim, sim. Juan: E estávamos a ter uma conversa que combinamos que iamos ter mensalmente olhar para os objetivos que fizemos para o ano ⁓ conjunto e acho que... Raquel: Combinamos que iamos ter mensalmente, a.k.a. não tem acontecido. Juan: Exato, uma vez por trimestre, tem acontecido uma vez por trimestre. Não só falhamos uma. Raquel: Não, não, por acaso tem acontecido... Não, a questão aqui é que... Não, e depois aconteceu. Só que a vida não acontece exatamente como nós a planeamos. Portanto, isto também é uma aprendizagem para todos nós. Existe ⁓ planeamento, nós temos uma intenção de reunir mensalmente, confirmar que os nossos objetivos estão a ser cumpridos e depois, às vezes, a Julieta fica doente. Que é nossa filha. A Julieta é nossa filha. Juan: Uhum. foi o que aconteceu. Exato, mas nós chegamos a reunir no mês de janeiro e depois não reunimos no mês de fevereiro e depois a reunião do mês de março, uma aí que já entrou ⁓ abril porque atrasou ⁓ bocadinho mas reunimos, portanto já fizemos duas reuniões e na nossa última reunião estávamos a rever ⁓ conjunto os nossos objetivos e a rir-nos e achamos muito a piada e pensamos isso era ⁓ bom tema para começarmos a nossa podcast, vamos rever esses objetivos ⁓ conjunto novamente. E portanto, isto até conta com a nossa reunião mensal de abril, se calhar. Fica já despachado. Raquel: Sim. E Ouch! ⁓ isso é verdade! Que estava no calendário para a sexta-feira passada. Sim! E nem sequer, nós nem sequer falamos sobre isso. Eu acho que ia vir no calendário e pensei, ⁓ fuck it! Juan: Acho que sim, mas passaram-nos... Aconteceram coisas. Não. Não. Não. A gravação deste episódio também estava no calendário há duas ou três semanas e todas as semanas tem acontecido alguma coisa à quarta-feira. Raquel: ⁓ mim... Exatamente. minha defesa eu estive doente. Eu mal tinha voz nas últimas quartas-feiras. Praticamente nas últimas 3 quartas-feiras eu não tinha voz. Juan: Exato. Sim, verdade. não seria muito interessante contigo sem voz. Raquel: Claro que não. Especialmente ainda ⁓ contato, dizer. Somos médicos saúde pública e sabe. Juan: Eu não sei se ocorreu-me dizer isso. que a abacatinha já disse. Podemos dizer às pessoas... Eu não sei. Quem somos? Sim. Não é o trabalho que nos define, definitivamente. Raquel: Quem somos? O que é que fazemos? O que é que custamos? Já é porque temos muito trabalho. Juan: Excepto que define a maior parte do nosso horário, mas não nos define como pessoas. isso. Então deixa-me eu fazer isto de forma descontraída. Vamos então dar início aos procedimentos da leitura dos ovos. Eu sou muito bom a fazer formal, mas descontraído não consigo. Faz tu, faz tu. Raquel: Estamos todos... A gestão de equipas do Juan está on point, malta. Então vá, nós basicamente aquilo que se passa é que nós decidimos a coisa foi aqui há dois ou três anos. Também imaginem nós não somos assim tão prós nisto. Também estamos a aprender e cada ano temos vindo a melhorar bocadinho os procedimentos familiares. ⁓ objetivo final é... Juan: Ahahahah Sem dúvida. Raquel: Nós sentimos que trabalhamos ⁓ equipa e que estamos alinhados onde o dinheiro é gasto, onde vamos de férias, onde vivemos, as decisões que fazemos profissionalmente. Pronto. Esse é o objetivo final. E como nós somos médicos saúde pública, e acho que importante porque nós somos muito bons ⁓ planeamento, particularmente o Juan, como vocês já viram até agora, posto isto, nós decidimos fazer tipo uma espécie de... tipo ⁓ Excel, não é? com as nossas prioridades para o ano todo. E depois vamos vendo mensalmente se estamos alinhados ou se é preciso rever essas prioridades. Então temos categorias como família, casa, finanças, viagens, profissão e pessoal. E no fundo aquilo que nós fazemos é ⁓ 3 ou 4 horas no final do ano, ali no final de dezembro, sentámos-nos... Sim, aliás, primeiro sentámos-nos só conosco e pensámos quais é que são os nossos pensamentos, as nossas ideias, o que é nós vamos... Juan: exatamente. Tiramos uma tarde ou uma manhã. Raquel: colocar nestas categorias. Juan: Sim, refletir bocadinho sobre o ano passado e pensar o que é queremos do próximo ano. Cada um de nós individualmente. Raquel: Exatamente, o que é que correu mal, o que é que correu mal. Exatamente. E depois juntámos-nos os dois e definimos os objetivos familiares. E a ideia é basicamente esta. E depois mensalmente, a ideia era lá está, acompanharmos a implementação deste planeamento. Juan: Mas eu acho que isso é algo com que quase toda a gente se pode identificar, certo? Que é tipo, no início do ano uma pessoa tem aquela energia de resolução de ano novo de, ⁓ este ano eu vou ler mais livros ou vou fazer mais exercício ou vou não sei o e tipo, de repente estás ⁓ fevereiro e tipo a vida normal acontece e tu já nem te lembras do que pensaste a 31 de dezembro do ano anterior. Raquel: Uhum. e Eu também não sei porque é que nós achamos que dezembro quando a maior parte das pessoas ou está de férias ou mesmo que continuem a trabalhar tem menos trabalho porque é uma altura bocado off season do geral. Porque é que nós achamos que as coisas que parecem super bem nessas duas semanas ou uma semana que estamos mais relaxados e sem trabalhar porque que nós achamos que isso vai acontecer o ano inteiro quando estamos a trabalhar mas ok ⁓ Eu diria que viemos começar a fazer isto. Juan: Uhum. Exato. Raquel: Também não ⁓ setembro, porque setembro acabámos de ir de férias, isso não é uma boa ideia. Nós devíamos fazer o planeamento familiar, tipo abril. ⁓ abril. Porque imagina, já passaste os primeiros três meses de trabalho, não tiveste férias, foram horríveis e então ⁓ Juan: Epa, setembro... Setembro não. Abril!? Como é que isso poderia funcionar? Não me cabe na cabeça. Impossível. Impossível. Não, não, não. O o ano que ficar fechado, limpinho, a 31 de dezembro. Aliás, nós ias fazer isto 31 de dezembro à meia-noite. ⁓ Sentávamos... Sentávamos à e fechávamos... Ou assim o ano estava fechado, não aconteceu nada no ano novo e então é clean slate para começarmos a fazer novo ano. E assim... ⁓ Raquel: AHAHAHAHA Malta, se defendem-se do Juan nós estávamos à meia-noita a assinar aqui protocolo, assinas na presença de advogado, jurista, que foi exato um notário isso. Passei por todas as profissões até chegar ao notário. ⁓ Juan: ⁓ notário, ⁓ notário. Claro. Não, mas eu acho que o final do ano, e pronto o ano é assim porque é assim, dá aquele espírito reflexivo, não sei, de refletir no Natal. No Natal, o final do ano chama-se final do ano, o ano está a acabar e uma pessoa reflete, imagina, o ano letivo nem quer saber do final do ano e do Natal, é? O ano letivo funciona ⁓ outra... Raquel: Por fim... Sim, dá aquele momentum. foi... foi... foi... foi... foi... foi... Uma outra vez. Juan: Noutra forma, muitas pessoas têm filhos e trabalham no ano letivo e whatever, o ano civil do pessoal que trabalha, tipo, aquele, não é? Aquele momento de pensar. Raquel: Sim, eu concordo, eu não preciso de ser... Juan: Sim, sim, estou só a defender as pessoas que até sentem necessidade de refletir e fazer uma resolução do ano novo. Certo. Raquel: Não, mas eu sou essa pessoa. dizer, nós sentamos-nos e escrevemos num diário, é? Nós somos essas pessoas. Eu só acho que aquilo que nós refletimos e pensamos e decidimos para o ano seguinte, nesse momento, é pouco realista e razoável. É só isso que eu acho. Pronto. Juan: É. É. É. pouco realista. Percebo, percebo, percebo. Mas eu acho que se calhar este exercício que nós estamos a fazer de rever aquilo que decidimos nessa altura é uma forma de sermos mais realistas porque de facto ⁓ abril agora estamos a ver e se calhar estamos a pensar ⁓ pois, isto não faz sentido nenhum. Exato. Estamos a pensar ⁓ pois. Exato, exato. Portanto mais do que quer dizer, mais do que a exigência de ⁓ temos de certeza que definir os objetivos perfeitos ⁓ dezembro Raquel: Sim, exatamente. Exato. Sim, sim. E por isso que cá várias coisas aqui que tem cruzes, não é? Porque a De Gendro... Eu não sei o que é ela estava a passar ⁓ dezembro, mas isso não sentido. Juan: É mais se calhar não os deixar fugir e lembrarmos daquilo que tínhamos pensado ⁓ dezembro e reavaliar. Boa. Raquel: Sim. Sim, sim. Ok, então vamos começar pelas categorias. Isto vai ser engraçado. Acho que podemos seguir a lista. A primeira é família. Há aqui coisas com bolinha vermelha. Eu não sei se nós podemos... Juan: Ui, sim, queres começar por algo meio específico ou... Ok, ok, uau. Eu estava mesmo olhar para isso. Eu acho que podemos saltar essas categorias de bolinha vermelha. Raquel: Esta podcast não é apta, este episódio não é apto para ouvidos pequeninos. Juan: ou então podemos saltar a bolinha vermelha amor e ser apto para toda a gente. Tu estás à vontade para falarmos disto? Raquel: Mas a bolinha vermelha é parte interessante deste pote de gato. Eu acho que isto é tema super relevante. Isto estava numa podcast por si só Mas enfim, ⁓ termos de... Ok, tudo bem. termos de família, nós temos aqui... Ou seja, algumas de nossas prioridades ⁓ casal, família, seria os jantares semanais com a família alargada. E aqui é preciso explicar que nós vivemos com os meus sogros, ou seja, com os pais do Juan. E portanto, somos sempre cinco casa. Juan: É, tens razão. Sim, claro, mas ⁓ futuro episódio poderá ser só sobre isso. Sim, isto é ⁓ Raquel: E depois, na verdade, os meus cunhados, os irmãos do Juan e o namorado da irmã do Juan também costumam vir jantar conosco. Portanto, nós não sempre, mas quase sempre. Portanto, nós somos sempre 7, 8? 8. Juan: Certo. Somos frequentemente 7 pessoas à mesa, 7 adultos. não, espera, 8 adultos. Estavas a contar com a Julieta. A Julieta não janta conosco porque vai dormir mais cedo. ⁓ somos frequentemente 7 pessoas. ⁓ é uma casa grande, tem muita gente, entra e sai muita gente e portanto nós achamos que era por aí que podemos organizarmos entre todos. Porque até já havia esse esquema aqui, é? Cada ⁓ fica responsável pelo jantar da família toda numa noite da semana. Raquel: 8? Ai não, porque a Julieta... espera, sim, somos 7. Sim, somos 8 a almoçar e 7 a jantar. Exatamente. Uhum. uma noite. Sim, e nós temos ⁓ grupo do WhatsApp com todos estes membros da família, onde nós falamos sobre várias coisas, nomeadamente onde está sempre a correr tipo, on going, quem é que vai fazer o jantar e o que é que vai fazer. E por exemplo nós fazemos o jantar geralmente uma a duas, geralmente duas vezes por semana nós. Eu costumo contribuir, sim, eu costumo fazer no domingo, às vezes, é de sua mãe. Juan: Sim. Exato. Exatamente. Sim, quer dizer, quem mais faz os jantares é a minha mãe. E fica já ⁓ agradecimento profundo por assegurar sempre o jantar ⁓ todos os dias ⁓ que resto dos adultos fazem check out. É verdade, Mas então ⁓ dos nossos objetivos como família que tu e eu pensamos no início foi estar num sítio a viver com mais pessoas este ano, uma família alargada e portanto gostávamos de poder organizar com alguma antecedência os jantares de cada semana. Raquel: Por ⁓ fundo, melhor sogra do mundo e não estou a brincar, não estou brincar, é mesmo. Uhum. Juan: também porque queremos ter ⁓ bocadinho mais noção do que é vamos comer, organizar melhor as compras, era ⁓ bocado por aí. Raquel: Sim, sim, sim, sim, sim. E porque lá está, quando não havia esta organização informalmente às vezes cada ⁓ ou seja, alguém assumiu o jantar mas geralmente caía sempre na tua mãe e portanto, sim, e nós quisemos assumir essa responsabilidade e tem acontecido, tem acontecido, esta coisa tem acontecido, sim. Juan: Sim, que não é justo. Sim, sim, sim, sim. Era algo que já se fazia também há alguns tempos antes de nós chegarmos à casa e agora tem acontecido todas as semanas praticamente, estamos todos. E é giro porque então também alguém decide fazer comida italiana e depois os outros decidem fazer uma comida diferente e tem sido muito giro. Pronto. Ya, claro. Ouch. Não, eu por acaso nesta família temos cozinheiros muito bons. Toda a gente cozinha muito bem aqui por acaso, não posso queixar. Raquel: Sim, sim. E há uma certa competição. Eu diria que nós somos os melhores a fazer os jantarmes. Estou a brincar. O teu pai também cozinha muito. Sim, o teu pai cozinha muito bem. Sim, toda a gente cozinha bem. Sim. O teu irmão também cozinha mesmo muito bem, mas demora muito tempo. Juan: Eu até acho que... Eu até acho que vou ganhar bastante peso este ano. Continuando... Raquel: Depois, ⁓ termos objetivos familiares, tínhamos uma noite de conexão por semana, ⁓ casa. Ou seja, nós... Falamos, exato. E depois a seguir, logo a seguir, uma date night semanal à terça-feira, que seria te apresentar fora ou sair após o jantar e a Julieta ficava com os avós. Ela vai estar a dormir? Ela está a dormir. E eles ficam a vê-la. Juan: E diz aqui entre parênteses enquanto ela dorme... Falamos. Exato Raquel: Na verdade, o que temos na nossa semana é a terça-feira nós fazíamos date night e à quarta-feira fazíamos uma noite de conexão depois de jantar. Isto também vai porque nós sentimos alguma necessidade de colocar isto como objetivos porque como vivemos com muita gente e há sempre muita gente a jantar, quase nunca somos só nós a jantar. Às vezes acontece, mas quase nunca somos. Exato. E portanto, não tem acontecido. Juan: Sim, sim, quer dizer, sim, nas últimas semanas não tem acontecido. Raquel: Sim, tem acontecido às vezes quando vamos a Évora, seja, nós temos feito coisas só os dois, mas não temos respeitado muito estes objetivos, porque entre elas ela teve doente nas últimas semanas. Juan: Claro, mas sem pensar nas semanas de exceção ⁓ que ela esteve doente, no final do dia o objetivo disto era tu e eu termos tempo ⁓ casal protegido todas as semanas, na vida familiar e com filhos isso fica de parte... não é prioritário, ou seja, não acontece na vida real. E portanto era proteger-nos esse tempo. E na prática, mesmo que não seja exatamente estas noites como tínhamos planeado, tem acontecido com as oportunidades que temos de outras formas, como estávamos a dizer, vamos a Évora. Temos que ir duas vezes a Évora nessa semana e dormirmos lá uma noite, então estamos só os dois, vamos jantar fora, temos tempo casa ali, portanto... Não sei se sento isso mesmo, mas eu até sinto que temos tido tempo para conectar os dois e para estarmos os dois. Portanto, ⁓ cumprido por aí. Raquel: Sim, sim, sim. Sim, sim, Exato, objetivo cumprido nesse... Ou seja, objetivo disto não é temos que fazer isto especificamente sempre, todas as semanas. Mas portanto, sim. Juan: Certo, certo, Claro que para quem está... para quem ouviu o Noito de Conexão e pensou, ⁓ haha, eu sei o que a Noito Conexão significa. Não, não é isso. É mesmo só estarmos a falar os dois e passarmos tempo juntos. Porque há ⁓ objetivo específico para o número de conexões por semana. Eu nem consigo dizer ⁓ podcast, eu não consigo. Há ⁓ número específico de vezes que queríamos ter sexo por semana. Pronto. Eu consegui dizer. Custa-me muito. Raquel: Não, imaginei... Isto... ⁓ as pessoas têm muita curiosidade, meu amor. Vá, então o que se passa é... Eu sinto que preciso-me justificar aqui. Juan: Não vamos especificar o número, por favor. Acho que as pessoas também não têm assim tanta curiosidade, não é? Não, não acredito. O que se passa é muito trabalho, zero tempo. Raquel: Não é zero tempo, mas entre bebés, no SNS, trabalho extra que ambos temos, consultor viajante, etc. ⁓ que nós às vezes sentimos é que se não for... Imagina, ⁓ uma coisa que esteja no calendário e dito isto não tem nada contra colocá-la no calendário. Há pessoas que fazem isso, é o que funciona. Imagina, whatever works. ⁓ Sei. Juan: para quem funcionar perfeito. Eu digo já que para mim se estiver no calendário tira-me logo a vontade. Eu gosto de espontaneidade do que que querem que eu diga. Pronto. Raquel: Sim, não, eu também, por acaso. E também porque na verdade eu não conseguiria colocar no calendário, porque o meu calendário iria ser diferente todas as semanas, portanto, não... Juan: Só se for ⁓ alarme para acordar às 3 da manhã e está lá no calendário. Raquel: Mas não dá porque à noite eu estou a dormir e não funciona para mim. Juan: ⁓ pois, exato. E estamos a dormir ⁓ quartos separados muitas vezes, portanto, olha, é o quê? Sim. Raquel: Sim, exato, porque muitas vezes ainda dormemos com a Julieta. Por isso, temos esta ideia de ter ⁓ objetivo. Nós sabemos que para nós é importante estar fisicamente íntimos juntos. Juan: ⁓ agora és tu que estás a ser bué formal. ⁓ eu acho que o que podemos dizer, e acho que a maior parte das pessoas compreenderá isto, é que quando tens filhos, vários trabalhos cada ⁓ rapidamente a sexualidade do casal fica prejudicada. ⁓ pessoas não têm tempo a estar juntas. E mesmo nem sendo só sexo, propriamente as pessoas terem tempo casal juntos, sozinhos, a mesma parte sexual geral, ⁓ a relação os dois, parte física, toques, beijinhos, estar mais tempo ⁓ conjunto. Raquel: Eu não tô, eu só... O que pode fazer numa podcast? fazer o que quiser, né? Uhum. Juan: fica frequentemente prejudicada e então não vejo de todo... Raquel: Sim. Sim, e a questão é quando tens tempo, porque nós temos algum tempo para estar juntos, tens que trabalhar essa parte da intimidade que não é física, que é uma intimidade emocional, psicológica e que eu acho que essa sim... Existe ⁓ certo distanciamento no início quando tens ⁓ bebê recém-nascido e os primeiros seis meses são... É sobreviver. Sim, sobrevivemos. Juan: Certo. certo certo celular. Eles ocupam muito da nossa... Exato, é verdade, é sobreviver. Mas sobrevivemos pelo menos por agora. Sim, eu... isto para dizer o que funciona para as pessoas, por no calendário, seja o que for, mas para nós claramente era importante marcarmos aqui como objetivo para este ano darmos atenção à nossa vida ⁓ casal, tanto da parte física sexual como da parte emocional e é por isso que temos aqui objetivos específicos para isso. Raquel: É isso, exatamente. Exatamente. E depois? Temos ⁓ objetivo de ter todas as refeições tech free. Ou seja, sem tecnologia, sem telefones. Nós não temos, só temos ⁓ Os teus pais têm televisão no quarto. Nós temos duas televisões ⁓ casa, uma que fica no escaritório lá embaixo e outra no quarto dos teus pais, que nós não utilizamos, e não há mais televisões ⁓ casa. Nós não temos televisão na cozinha, nem sequer temos televisão na sala, não há o hábito, nós não vemos televisão. Juan: Next! Sim. Eu odeio a ideia de ver televisão à mesa. Odeio. Pronto, já disse. Mas é mais do que isso, nós não queríamos telemóveis à mesa. Raquel: Pronto. There's that. Ok. Eu também não gosto. também não gosto. Exatamente. Nós não queremos telefones. Não tem acontecido. Ou seja, tem acontecido estarem os telefones à mesa. Juan: É assim, por acaso... Não, eu preciso de gente, não temos... Não, não, eu não estou aqui inventar, não temos sido 100 % eficazes nisso, mas também não é como se fosse o hábito a maltratar a tela móvel vez de estar a falar nos cois outros, por acaso não sinto isso, ⁓ era bocado o meu receio. Mas eu acho que não devia haver nunca tela móvel à mesa, acho que algo que devíamos fazer esforço maior para cumprir. Nosso apartamento anterior tínhamos mesmo uma black box, uma caixinha de metal. Raquel: ⁓ e tem acontecido. Não pode dizer. Não te defendas! Uhum. Juan: onde punhamos os telamóveis lá dentro e ficavam tipo num outro espaço físico, tipo longe de nós, e estávamos só os dois à mesa. Isso não tem acontecido agora. Talvez até podíamos convencer o resto da família a pôr tudo numa caixa. Raquel: Acho que podemos ter essa discussão. ⁓ que foi mesmo? Sim. Sim, mas às vezes temos descala da autoridade de saúde e temos que ter o telefone lá. Isto não é uma desculpa porque o telefone podia estar só lá num canto e pronto. Juan: tentar. Pelo menos os nossos, os nossos podiam ficar numa caixa, não é? Pois isso... É assim mais ou menos, porque eu acho muito difícil ter o telefone por perto, ou seja, os telefones são muito chamativos e são muito viciantes, não é? Hoje ⁓ dia, pelo menos os smartphones que quase toda a gente tem. Agora, o telefone da Autoridade do não tem essas coisas e portanto, não há desculpa, podíamos ter só essa e os outros podiam estar guardados numa caixa. Eu acho que hoje ⁓ dia já temos tão pouco tempo para interagir e falar com as pessoas no mundo real, que é uma tristeza nós naquela oportunidade que temos à mesa de estar com outras pessoas, estarmos a olhar para ⁓ telemóvel, que podemos olhar o resto do dia se quisermos. Raquel: Pois não. Sim, sim, sim, sim, sim. Eu estou a lembrar-me de ontem à noite, vocês estavam todos a conversar, eu estava no telefone. Estava a discutir ⁓ assunto importante de vacinação com o HPV. Contra HPV. Juan: Pois é, é verdade. Sinceramente, amor. Sinceramente. Não, tu tavas a discutir com o HPV, assim não vais conseguir, amor. Assim não vai dar. Eu acho que com discussão não vai lá. Tens mesmo que vacinar as pessoas. Mas podia estar a tentar... Eu acredito que tu fostes capaz, se calhar, com muita discussão de convencer o HPV a ir embora. Se calhar conseguias... Eu se calhar conseguias mesmo. Se apanhasses o HPV numa sala, tu se calhar conseguias dizer-lhe... Convência-lhe a ir embora. Raquel: Eu sou muito convincente. Eu sou persuasiva e persistente. Ok, next. Queres mesmo falar sobre este? Juan: Muito bem, próximo. Espera, eu sinto que isto é ⁓ episódio, todo ⁓ outro episódio que vamos ter sobre redes sociais e sobre como elas destroem o cérebro das gerações mais novas. Raquel: Sim, até porque eu acho que isso é uma afirmação que não está necessariamente demonstrada na evidência científica mais recente. E isto não é para dizer que eu acho que as redes sociais estão inócuas ou inofensivas, mas sim, nós discordamos algumas... na leitura de algumas coisas. O Juan é bocado daquele velho do restelo que acha que antigamente é que era bom, sabem malta? Juan: Eu pareço velhote, eu sei desculpem ⁓ Eu acho que há aí coisas que nós não concordamos, por isso é será interessante falarmos no futuro. Certo, certo, certo. Discordamos sim. Não, não, não, também não é isso, também não é isso, por favor, não. Mas acho que sou mais pessimista sobre o efeito das redes sociais e das novas tecnologias do que... Raquel: Estou a brincar! E tu é que trabalhas com AI. Juan: pois isso se calhar, faz-me ficar ainda mais pessimista. Continuando. Sim. Raquel: Sim, eu percebo. Sim, vamos continuar. Juan: Ok. Aqui... Pronto. E assim acaba o nosso primeiro episódio da podcast. Muito obrigado a todos por terem ouvido. próxima semana voltamos com uma conversa sobre outro tema. Ou outro convidado. ⁓ outro marido. ⁓ então... Ok, minha defesa, isto agora virou tribunal aqui ao vivo, minha defesa, ⁓ eu facto, eu gosto ideia de acordar mais cedo. Raquel: O que? Exato, tirem-me deste aqui e Juan: tipo, aqui por exemplo, é 6 da manhã, mas whatever, acordar mais cedo do que tu e a Julieta para eu poder preparar o pequeno almoço e que amanhã, a vossa manhã seja uma manhã sem stress, tu só tenhas que acordar e beber o teu café e comer e eu levar a miúda à creche Isso é o que eu idealizo na nossa vida familiar. Quando pensei nisto, não pensei... Sim, pronto, exato, quando ela acordar 6 da manhã, sim, não vou acordar às 5 para poder acordar mais cedo. Segundo... Raquel: Tem. E é muito romântico. Ela não estava a acordar às 6 da manhã, não era contigo? Juan: Por exemplo, quer dizer, segundo não, várias questões. Uma delas é ela acordar mais cedo do que eu pensava, ⁓ determinadas fases, sei lá, isto varia. Agora não, mas há pouco tempo dava a acordar cedo. Hoje foi 6h30, mas por exemplo, no outro dia foi tipo às 8h00. Tipo, é muito variável. Então tipo, claro, não dava a contar, tipo, acordar às 4h 5h da manhã para fazer isto, achei que acordar às 6h da manhã era fixe. E depois também, meio que eu passei a dormir com ela a maior parte das noites, também isto tem variado, obviamente, enfim. Raquel: Por acaso ela hoje acordou eram tipo 6h30. Sim, mas ela tem acordado mais 7h30, 8 às vezes, exatamente. Uhum. Juan: pronto começar mas eu tenho estado a dormir com ela e então aí não... ou seja porque eu idealizava eu acordar e tu estares a dormir com ela ou ela estar dormir sozinha no quarto dela eu acordava sozinho e conseguia com toda a calma sim fazer o meu pequeno almoço o pequeno almoço da gente e não sei que deixar tudo pronto para vocês depois então descer e estar tudo pronto e eu claro depois subia ajudava tipo quando vocês acordassem as duas eu vinha ajudar a vestir e não sei o que e tu não tinhas que nada sozinha nenhum momento na prática às vezes eu deixo com ela e tipo epa é desafiante fazer o pequeno almoço com a criança Raquel: Sim, sim, sim, sim, sim, sim. Que era a realidade quando nós fizemos isto. Running around! Juan: tipo naquela fase ⁓ que já anda mas tipo quer meter tudo na boca, está sempre a tentar matar e depois tipo vem para cima de mim, depois quer pegar ⁓ tudo, depois tem fome e então tem sido mais desastroso do que eu pensava e não consigo não consigo fazer isso Raquel: É. Mas eu acho que esse não é maior problema. Eventualmente ela também há de começar... Quer dizer, ela dorme sozinha, só que... Juan: Sim, mas ainda estamos ⁓ de nós no quarto dela a maior parte das noites. Eu, por caso, questiono se seria necessário, se estamos mesmo numa fase de ver-se de transição. Porque ela dorme sozinha, mas a gente depois vai se deitar lá ao lado dela também, basicamente. Raquel: sei. de transição, sim, sim, sim. Porque nós temos muito pouca resiliência, Malta, para quando ela acorda à meia da noite e nós irmos e voltarmos e irmos e voltarmos. Juan: Se já estivermos lá, tipo acorda, fazemos uma coxa e ela dormece logo. Raquel: Sim, se nós não tivermos lá é pior. Para todos. Sim. E depois fica mais tempo acordada. Bem, o objetivo desta podcast não era este. Na verdade, eu ia dizer que eu nem acho que esse seja o principal problema neste momento. O principal problema é que nós temos os dois part-time, ou somos consultores científicos, e o Juan tem trabalhado bastante à noite. Sei lá tu deitas-te... Exato. Tu deitas-te várias noites às duas da manhã porque estivestes a trabalhar. Juan: E ela fica mais chateada Sim, já vai logo. ⁓ isso era o que eu ia dizer a seguir, sim. Não, eu... Sim. Sim, sim, frequentemente é isso. Tenho projeto para entregar e portanto estou até às duas da manhã a trabalhar porque lá está porque fazemos isto à parte dos nossos 40 horas no SNS e portanto ainda fazemos isto sempre à noite, fim de semana. ⁓ muitas vezes eu prefiro deitar mais duas da manhã e dormir menos horas. Não o recomendo, mas prefiro fazer isso do que depois ter que trabalhar durante o dia ao fim de semana, porque é quando temos tempo de qualidade em família. Raquel: Trabalhamos depois. Sim Juan: E portanto, sim, quando me deito às duas da manhã não me apetece acordar às seis. Ou é muito difícil acordar às seis. Raquel: Sim, sim. Pat in the back para o Juan que muitas vezes mesmo depois de... Não, é verdade, muitas vezes começa a trabalhar às 11h da noite. Depois de termos... Depois de estares com ela, depois de jantarmos, depois de nós termos de casal ainda vais trabalhar. Eu não tenho tanta resiliência como Juan nesse aspeto. Sim. Juan: Sim, pois. Sim, sim, sim. É muito variável. não me arrependo de nada. É custa, mas não me arrependo de nada porque... Vem ao encontro toda esta conversa. ⁓ as minhas prioridades primeiro. ⁓ és tu, a Julieta, somos nós. E depois então vou trabalhar. Pronto, dormir acaba por ficar por atrás como prioridade, que também gosto muito, mas é a vida. Às vezes sinto que tenho falhado nisso. Tem havido momentos ⁓ que... Já discutimos isso, tu e eu, até recentemente, sobre eu priorizar trabalho versus família. Raquel: Ok. Uhum. Uhum. Juan: Claro que é sempre uma relação complicada, precisamos do trabalho para comer nesta sociedade, para ter dinheiro, acho que isto é ⁓ exemplo de quando até faço o contrário, que é priorizar primeiro nós e depois então no tempo que sobra vou trabalhar à custa do resto. Raquel: Sim, e eu e a Julieta agradecemos muito. Até teu trabalho. Juan: E aí, bom, fazer uma refeição por semana. Eu por acaso, isto é mesmo daquelas resoluções de ano novo que eu começo a fazer e até fiz várias semanas e depois esqueço-me, esqueço-me não, vamos lá ver. Vamos ver, não me esqueço, acontece a vida e depois... Raquel: E depois esquece-me. Ele esquece. E depois há dia, passado mês, que eu digo, estou farta de ser sempre eu a cozinhar. E ele vai, ⁓ vou cozinhar, cozinhar. ⁓ E cozinha coisas. ⁓ Juan: É, é. Sim, é verdade, isso. Eu não me esqueço, o que acontece é... Lá está dando prioridade a outras coisas e na vida louca semanal adulta, pois a Raquel acaba por assegurar refeições e eu encosto-me, ⁓ seja, sei que tu fizeste e então não fiz. Enfim, basicamente é isso. ⁓ assim... Sim, os almoços, os jantares temos esquema, não é? Mas nos almoços... ⁓ Raquel: Sim, neste caso seriam as refeições e essencialmente os almoços, porque os jantares... Exato. Nós almoçamos quase sempre ⁓ casa. Juan: Eu estou sempre a tentar ver se sobra alguma coisa de jantar para eu poder usar os restos, mas na minha cabeça vai haver sempre. Eu faço frequentemente ao meio dia vou lá para baixo ver, então ok temos que começar o que eu vou fazer. Porque sei que devia ser eu a fazer, mas obviamente não pensei no dia anterior. Acho que é algo a melhorar definitivamente. Raquel: quase nunca sobra porque nós somos, porque nós somos muitos ⁓ casa a comer, sim. Sim, e acho também o repertório de... que fazer com os ingredientes e das receitas não é o... Não tens tente hábito, não tens tanto hábito. Só começaste a cozinhar muito tarde na vida. Eu... Sim. Sim. Eu desde o quinto ano da escola que se quiser almoçar tenho que fazer o meu ⁓ Juan: Não, eu imagina... Não, não, não, não, eu... Sim, quando começamos a viver juntos nós, basicamente. Uau! Uau! Pois olha, eu na verdade acho que tenho dificuldade com isso, tipo ver os ingredientes que há e tipo inventar qualquer coisa mesmo podia, mesmo que existam ingredientes tenho alguma dificuldade, tipo eu sou mais de... Eu sou mais de escolher uma receita e tipo ir metodicamente seguir todos os passos da receita, ir comprar tudo e depois ir fazer tudo. Raquel: Sim, que não faltou nesta casa são ingredientes. Nós temos uma despensa, meu Deus. Juan: o que dá para estes jantares e não sei quê, mas não é muito viável para almoço. Raquel: Sim. Sim, se dependesse se do Juan, ele tinha do género... todos os dias alguém... imaginem, é que se vocês lhe derem a receita toda, lhe puserem os ingredientes à frente, lhe explicarem como é que corta cada coisa e assim, ele faz. Ou seja, ele disponibiliza-se, ele faz. Juan: Claro. Obrigado amor, sim, não sou ⁓ completo inútil, eu sei. Mas... Não, eu não sou muito criativo. Raquel: Mas... aquela coisa, sabe? Sabe, mulheres que estão desse lado de... gente abre o frigorífico é do género. Está aqui uma cabeça de brócolo, está aqui pimento. ⁓ para ali uma lata de feijão, uma lata de atum. E não sei quê e... repente tens ali uma... refeição estrela Michelin. Preparada em 20 minutos. Juan: Uhum. e gente consegue resolver, claro, e eu não. É verdade, é verdade. acho que há aqui uma questão de gender roles que é óbvia e que será certamente tema para uma futura conversa porque senão não vamos sair aqui da primeira categoria. Mas de que eu como rapaz, quando era adolescente... Como rapaz adolescente... Quando era rapaz adolescente assumi sempre, só que... Raquel: quando era sedulgente, sim, sim, sim. Sim, porque na verdade a tua mãe e a tua irmã... irmã... cozinhava. Sim. Aham, nem o teu irmão. Juan: que a comida existia e eu não aprendi a cozinhar nada. É verdade. A minha irmã aprendeu a cozinhar e eu não. De facto. Portanto, há aí claramente algo de errado. Raquel: e pra casa o vosso pai cozinha, imenso, super bom hein Juan: Sim, não era que não tivéssemos ⁓ exemplo de homens a cozinhar ⁓ casa, meu pai cozinhou muito bem. Eu é que era ⁓ mimado, basicamente. Ainda sou. Enfim. Raquel: Eres sem senhor, ainda és. Pronto, por último, nosso último objetivo, quem está aqui, já sublinhado, era marcar as reuniões para todo o ano mensais. E elas foram marcadas! Juan: E-e-em. Sim, sim, sim, porque aconteceu... Aconteceu, exato, se são executadas é outra questão, mas isso está fora do nosso controlo. Mas aconteceu num ano anterior, nós fazermos isto no início do ano e depois deixámos imenso tempo sem olhar e de repente fomos olhar tipo, não sei, já não lembro quando foi, meio do ano, mais para o final do ano. É, e pensámos, ⁓ pois, isto não faz muito sentido, e isto ou aquilo não faz muito sentido, assim. Ya. Bem, vamos em 30 minutos, se calhar foi demais até. Raquel: sei, seis meses depois, nós tínhamos isto e... Sim... Bem... Eu acho que se calhar... acho depois podemos continuar noutra... Todos os meses nós vamos falar de uma das categorias. E pronto! Juan: Todos os meses, achar que íamos fotos das semanas. Raquel: Não, mas todos os meses nós vamos rever, fazer o plano e todos os meses vamos... Sim! Exato! Juan: ⁓ ok, já percebi, faz sentido, faz sentido, sim Ok, yeah, fixe Então nesse caso, tá feito Raquel: Espera amor, tens que finalizar, não pode ser assim. Juan: Sim, sim, subscrevam, façam comentários, como é que é? Raquel: Partirem a nossa podcast. Juan: Ouçam pelo menos. Olha, não tinha pensado como acabar. Pode ser tipo adeus malta. ⁓ já sei. Com os nossos melhores cumprimentos e votos de uma excelente semana para todos. Obrigado. Acho que devíamos acabar sempre assim. Devíamos Raquel: Não. Dito como ⁓ verdadeiro médico de saúde pública cheio de trabalho. Juan: que gostado deste bocadinho de que é basicamente o tipo de conversa que nós ter entre dois e que agora decidimos gravar e partilhar convosco. ⁓ E vemos-nos para a semana. Raquel: Até para a semana, Malta!